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SUMMARY:7 nov | PARTEJ | Encontro Nacional de Práticas Artísticas e Juventude | C. C. Olga Cadaval
DESCRIPTION:O PARTEJ – Práticas Artísticas para o Empoderamento Juvenil\, a Câmara Municipal de Sintra e a Fundação Aga Khan em Portugal apresentam: \nEncontro Nacional sobre Práticas Artísticas e Juventude\nUm encontro para refletir sobre as práticas artísticas direcionadas e/ou lideradas pela Juventude\, o papel social da arte e a sua importância para o sentimento comunitário e de pertença\, e as dimensões de empregabilidade e de uma visão da Arte enquanto área com potencial de criação de emprego\, nomeadamente para os jovens. \nJuntam-se\, no Centro Cultural Olga Cadaval\, vários intervenientes com ação sobre estes temas\, de forma a consolidar reflexões e práticas relativamente à ligação de projetos de práticas artísticas com a juventude. \nDATA: 7 NOV | Ter. 9h – 18.30h\nLOCAL: Pequeno Auditório do Centro Cultural Olga Cadaval\nORGANIZAÇÃO: Chão de Oliva – PARTEJ | Câmara Municipal de Sintra – Divisão de Educação e Juventude | Fundação Aga Khan Portugal\nDESTINATÁRIOS: Professores\, educadores\, artistas e outras pessoas interessadas \nEvento gratuito\, mas com necessidade de inscrição prévia – Inscreva-se aqui \n  \n\n  \nPrograma\n9h30 | Discursos de Abertura | Auditório Acácio Barreiros\, C. C. Olga Cadaval \n10h | Experiências Artísticas com Jovens na Comunidade | Auditório Acácio Barreiros\, C. C. Olga Cadaval \nConversa/Debate: Reflexões sobre práticas artísticas participativas com jovens e os seus resultados. \n11h30 | Coffee Break | Cafetaria do Auditório Acácio Barreiros\, C. C. Olga Cadaval \n11h45 | Práticas Artísticas: a Criatividade enquanto Fonte de\nRendimento | Auditório Acácio Barreiros\, C. C. Olga Cadaval \nConversa/Debate: Reflexões em torno do desenvolvimento pessoal e dimensão da empregabilidade e da profissionalização das artes. \n13h | Pausa para Almoço | Livre \n14h30 | Workshops Práticos \nDirigidos a professores\, educadores\, artistas e outras pessoas interessadas. Os workshops irão focar-se em 2 áreas-chave das artes jovens – criação teatral e musical – e na dinâmica espacial e comunitária da criação de projetos artísticos. Promover-se-á a partilha de experiências\, o levantamento de questões e dificuldades e o brainstorming de ideias. \nOpção 1 | Criação Teatral Participativa com Jovens | Sala de Ensaios do C.C. Olga Cadaval \nWorkshop que aborda o conceito de criação teatral através da prática\, bem como o conceito de arte participativa\, no contexto do trabalho com jovens. Iremos refletir sobre desafios\, partilhar ideias e mapear boas práticas no âmbito da criação artística com este público-alvo. \nOpção 2 | Dinâmicas Territoriais e Espaços Institucionais: do Informal ao Formal | Espaço de Formação no MUSA \nWorkshop que abordará a mobilização e participação dos jovens a partir de projetos individuais/coletivos e grupos informais\, e o percurso que estes podem fazer com vista à identificação e articulação com os espaços institucionais\, fruto das aprendizagens em contextos de intervenção territorial da Fundação Aga Khan. \nOpção 3 | Criação Musical: a Dimensão de Música na Comunidade | Casa de Teatro de Sintra \nWorkshop que parte da vivência de processos de criação musical coletiva\, para construir pensamento acerca das suas possibilidades em contextos diversificados de trabalho com jovens. Serão partilhadas ferramentas e discutidas as condições essenciais ao seu bom desenvolvimento. \n16h15 | Partilha de Conclusões dos Workshops | Auditório Acácio Barreiros\, C. C. Olga Cadaval \n17h | Sessão de Encerramento e Concerto | Auditório Acácio Barreiros\, C. C. Olga Cadaval \nYeri & Yeni são uma dupla de cantautoras que estão a dar passos importantes para se lançarem no panorama musical português e têm um reportório musical muito próprio. \nMais detalhes do programa aqui. \n  \n\n  \nSobre o projeto PARTEJ\nO Projeto PARTEJ – Práticas Artísticas para o Empoderamento Juvenil tem como objetivo geral promover atividades artísticas para a juventude como  veículo de reflexão sobre a sua relação com a comunidade (coletivo) e orientação profissional  (desenvolvimento pessoal). \nO público-alvo são jovens adolescentes entre os 15 e 18 anos e jovens adultos entre os 18 e 25  anos. As atividades do PARTEJ\, são pensadas para “jovens que não se encontram nem inseridos no mercado de trabalho\, nem no sistema de ensino formal”\, ou para jovens em risco de desistirem do sistema de ensino. Ocasionalmente\, são também abertas a outras faixas etárias no sentido de construir uma maior ligação comunitária e de partilhar experiências intergeracionais. \nO projeto teve início em 2021 na Tapada das Mercês\, onde está prestes a terminar\, em dezembro deste ano\, o primeiro ciclo de três anos. Tem agora continuidade\, com o início de um novo ciclo trienal em agosto de 2023\, numa nova zona geográfica do Concelho de Sintra onde se identificaram lacunas e necessidades a colmatar: Agualva e Mira Sintra. \nSaiba mais sobre este projeto aqui.
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SUMMARY:28 out | Acolhimento | Sombrio | Coletivo Levante (Brasil)
DESCRIPTION:“O Belo é podre e o podre belo sabe ser” \nSombrio explora as complexidades da mente humana entre a obra de Shakespeare “Macbeth” e a loucura. Dizem que o espetáculo mais sanguinário de Shakespeare é também o mais amaldiçoado. Dizer o nome do espetáculo do rei escocês (Macbeth) em voz alta dentro de um teatro pode trazer má sorte. \nMichel é um jovem que acaba de perder sua mãe\, uma atriz renomada\, e se vê seguindo os passos da mãe como forma de uma última homenagem para a artista. Ele é convidado para integrar a montagem do espetáculo de Shakespeare\, mas durante o processo coisas estranhas começam a acontecer\, o que desencadeia uma série de eventos que colocam Michel em um lugar de ascensão\, loucura e luto. \n  \n“As misteriosas lendas sobre o espetáculo Macbeth viram assunto de espetáculo teatral” \nO espetáculo coloca a plateia num ambiente atemporal\, onde as memórias e a realidade se misturam\, como se tudo fizesse parte de um jogo de quebra cabeças prestes a ser revelado \nO texto é fruto da parceria dramatúrgica Lucca Marques e Rafael Salmona\, que também atuam no espetáculo que é encenado por Fernando de Carvalho. \nSombrio é uma experiência teatral que não pode ser esquecida. \n  \nsobre o coletivo levante\nO Coletivo Levante – Primaveras Artísticas se formou em 2021 em Brasília\, no Brasil\, com sede no Espaço Multicultural Casa dos Quatro\, durante a reabertura dos teatros após as restrições da pandemia\, com o objetivo de trazer para a cena temas sensíveis e urgentes\, como a diversidade\, o preconceito e o papel da juventude nos nossos tempos. Daí o nome Levante\, que nos traz uma imagem de pessoas reunidas e dispostas a falar do mundo\, contestar o status quo\, abordar de forma poética e irreverente o que nos comove e o que buscamos\, como artistas\, transformar no mundo. O que nos leva ao nome “Primavera”\, nome dado a movimentos populares como a revolução estudantil de 1968 em Paris\, ou os movimentos por democracia no Oriente Médio em 2010. A arte é revolucionária\, assim como o amor\, ambos tão necessários nos tempos conturbados em que vivemos. \n  \nPrograma de Acolhimentos do Chão de Oliva_2023 \nsombrio\nTexto de Lucca Marques e Rafael Salmona\nDireção de Fernando de Carvalho \nDATAS: 27 e 28 OUT | Sex. e Sáb. 21h30\nCRIAÇÃO: COLETIVO LEVANTE (BRASIL)\nCLASS. ETÁRIA: M/16\nDURAÇÃO APROX.: 65min \nRESERVAS: 219 233 719 (10h às 22h – preços e condições em bilheteira)\nBILHETES: à venda na Ticketline
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SUMMARY:27 out | Acolhimento | Sombrio | Coletivo Levante (Brasil)
DESCRIPTION:“O Belo é podre e o podre belo sabe ser” \nSombrio explora as complexidades da mente humana entre a obra de Shakespeare “Macbeth” e a loucura. Dizem que o espetáculo mais sanguinário de Shakespeare é também o mais amaldiçoado. Dizer o nome do espetáculo do rei escocês (Macbeth) em voz alta dentro de um teatro pode trazer má sorte. \nMichel é um jovem que acaba de perder sua mãe\, uma atriz renomada\, e se vê seguindo os passos da mãe como forma de uma última homenagem para a artista. Ele é convidado para integrar a montagem do espetáculo de Shakespeare\, mas durante o processo coisas estranhas começam a acontecer\, o que desencadeia uma série de eventos que colocam Michel em um lugar de ascensão\, loucura e luto. \n  \n“As misteriosas lendas sobre o espetáculo Macbeth viram assunto de espetáculo teatral” \nO espetáculo coloca a plateia num ambiente atemporal\, onde as memórias e a realidade se misturam\, como se tudo fizesse parte de um jogo de quebra cabeças prestes a ser revelado \nO texto é fruto da parceria dramatúrgica Lucca Marques e Rafael Salmona\, que também atuam no espetáculo que é encenado por Fernando de Carvalho. \nSombrio é uma experiência teatral que não pode ser esquecida. \n  \nsobre o coletivo levante\nO Coletivo Levante – Primaveras Artísticas se formou em 2021 em Brasília\, no Brasil\, com sede no Espaço Multicultural Casa dos Quatro\, durante a reabertura dos teatros após as restrições da pandemia\, com o objetivo de trazer para a cena temas sensíveis e urgentes\, como a diversidade\, o preconceito e o papel da juventude nos nossos tempos. Daí o nome Levante\, que nos traz uma imagem de pessoas reunidas e dispostas a falar do mundo\, contestar o status quo\, abordar de forma poética e irreverente o que nos comove e o que buscamos\, como artistas\, transformar no mundo. O que nos leva ao nome “Primavera”\, nome dado a movimentos populares como a revolução estudantil de 1968 em Paris\, ou os movimentos por democracia no Oriente Médio em 2010. A arte é revolucionária\, assim como o amor\, ambos tão necessários nos tempos conturbados em que vivemos. \n  \nPrograma de Acolhimentos do Chão de Oliva_2023 \nsombrio\nTexto de Lucca Marques e Rafael Salmona\nDireção de Fernando de Carvalho \nDATAS: 27 e 28 OUT | Sex. e Sáb. 21h30\nCRIAÇÃO: COLETIVO LEVANTE (BRASIL)\nCLASS. ETÁRIA: M/16\nDURAÇÃO APROX.: 65min \nRESERVAS: 219 233 719 (10h às 22h – preços e condições em bilheteira)\nBILHETES: à venda na Ticketline
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SUMMARY:26 Out | TEARTI - Uma Escuridão Bonita | Centro Cultural Português\, Praia\, Cabo Verde
DESCRIPTION:A Companhia de Teatro de Sintra – Chão de Oliva e a Companhia de Teatro Fladu Fla apresentam: \nUma Escuridão Bonita\nUm espetáculo baseado no texto de Ondjaki\, autor internacionalmente reconhecido e premiado.  Com encenação e adaptação de Paula Pedregal\, da Companhia de Teatro portuguesa\, Uma Escuridão Bonita foi o espetáculo escolhido pela produção do VII Festival TEARTI para encerrar o mesmo na Casa da Cultura Portuguesa da cidade da Praia\, Cabo Verde\, já no dia 26 de outubro. A interpretação é de uma dupla de atores da Fladu Fla\, Sheila Martins e Alvaro Cardoso. \nDATA: 26 OUT | Qui. 19h – 21h (hora local – Cabo Verde)\nLOCAL: Centro Cultural Português da Praia\, Cabo Verde\nORGANIZAÇÃO: VII TEARTI – Festival Internacional de Teatro do Atlântico | Companhia de Teatro de Sintra – Chão de Oliva | Companhia de Teatro Fladu Fla – Cabo Verde\nDESTINATÁRIOS: Público em geral a partir dos 6 anos \nEvento gratuito\, mas com necessidade de inscrição prévia – Inscreva-se aqui \n  \n\n  \nSobre o espetáculo UMA ESCURIDÃO BONITA\nOndjaki propõe-nos uma viagem permeada de poesia e emoções\, que inspira toda a equipa artística desta produção e que convida os espectadores\, jovens e não só\, a lugares de contemplação. \nPamodi ku ta inventa stórias?\nPa nós skuridon fika más bonita. \nE se faltasse a eletricidade\, e não fosse possível carregar dispositivos móveis? E se tivéssemos que usar as lanternas\, a luz das velas\, durante umas horas por dia\, durante uns dias? Teria esse momento alguma espécie de magia? Talvez o teatro possa devolver a possibilidade de se  imaginar\, sonhar\, serem felizes\, sem a tecnologia sempre presente nas suas vidas. Que lugar ocupa a natureza na vida das crianças/jovens que vivem longe do campo? Será que trepar às árvores e saltar muros\, ainda é um desafio excitante? Será que o primeiro beijo ainda é uma experiência marcante? \n“Uma Escuridão Bonita” é muito mais que a estória de um beijo. Mas podia ser apenas isso… \nPaula Pedregal\, codiretora artística no Chão de Oliva\, pensou este espetáculo em torno de questões que a preocupam atualmente: “uma das questões mais imediatas relaciona-se com o impacto da tecnologia na saúde mental destas crianças e adolescentes”\, e há também nesta criação uma reivindicação: “Questionar a mercantilização do lazer e exigir o direito ao ócio – o tempo sem obrigações – como premissa essencial e obrigatória\, para um crescimento saudável; o direito de ter tempo para brincar\, não fazer nada\, para conversar\, para contemplar\, para imaginar ou ouvir o silêncio… “. \nA encenação pretende\, ao contar esta estória\,  manifestar uma posição relativamente à forma como nós\, os adultos\, ocupamos o tempo das crianças e já agora\, o nosso tempo\, tendo implícita uma reivindicação: o direito ao ócio – o tempo sem obrigações – como premissa essencial e obrigatória\, para um crescimento saudável; o direito de  ter tempo para brincar\, não fazer nada\, para conversar\, para contemplar\, para imaginar ou ouvir o silêncio… \nAssim\, entre os vários questionamentos que trazemos para debate através deste texto\, salientamos por exemplo a mercantilização do lazer que a sociedade contemporânea  visa\, dificultando os momentos de lazer gratuitos\, ainda disponíveis e ao alcance de todos. \nSheila e Alvaro fizeram uma residência de 1 mês e ½ em Portugal\, com o Chão de Oliva\, para a realização desta criação artística e\, nas palavras de Sheila “Os ensaios foram intensos\, mas muito gratificantes. Enquanto atriz dessa coprodução\, pude testemunhar o nascimento de algo verdadeiramente especial. A união das mentes criativas e a paixão dedicada a cada detalhe resultaram numa experiência única.” e também “A peça faz-nos questionar\, rir\, chorar e\, acima de tudo\, refletir sobre a beleza que reside até mesmo nos momentos mais sombrios da vida. É uma obra que nos convida a explorar os cantos e encantos mais escuros da existência humana\, iluminando aspetos da vida que muitas vezes são ignorados.”. \nForam muitos os espetadores que assistiram\, entre 12 e 22 de outubro\, ao espetáculo Uma Escuridão Bonita\, na Casa de Teatro de Sintra\, com salas cheias em quase todas as sessões\, fazendo desta uma coprodução de sucesso. “Fui ao teatro e saí com a sensação de ser criança novamente\, embalada nos braços da poesia do texto e delicadeza da Sheila Martins e do Alvaro Cardoso\, que hipnotizam o público”\, afirmou Cláudia Faria\, uma das espetadoras\, após a estreia do espetáculo. A equipa contou\, inclusive\, com a presença e apoio do autor da obra original\, Ondjaki\, no dia do ensaio geral.  \nMais informações aqui
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