de Chantal Bilodeau
produção da Fio d’Azeite – Marionetas do Chão de Oliva
Encenação de Nuno Correia Pinto
“Na sequência do tema que atravessará todo o ano de 2026 – Ecogeografia – apresentamos um espetáculo que pretende alertar e consciencializar para os tempos que vivemos. Passada na Ilha de Baffin, no território de Nunavut, o texto fala-nos de uma cientista climática, ativista inuíte e sua filha, dois oficiais da Guarda Costeira canadiana, um ancião inuíte e dois ursos polares enquanto os seus valores são desafiados e as suas vidas se entrelaçam de forma complexa. O texto serve de alegoria: Enquanto os seres humanos vivem nas suas complexas vidas, o mundo continua a degradar-se e embora haja alguns de nós que se preocupam com este mundo, a verdade é que a maioria não sabe, não tem consciência e não contribui para o bem comum – um mundo para viver. Este espetáculo, utiliza a multimédia, marionetas e atores e pretende sensibilizar para o estado a que chegamos. O dramatismo de duas ursas polares (mãe e filha) na sobrevivência do degelo, com consequências catastróficas, serve como alerta para as alterações climáticas que hoje vivemos.”
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“Árvores” (título provisório), direção artística de Susana C. Gaspar
produção da Companhia de Teatro de Sintra – Chão de Oliva
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vencedor do Prémio Maria João Fontaínhas 2024
“Uma Questão Moral”, de Renato Pino
encenação de Paula Pedregal
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